TELEFONES ÚTEIS

Banco Central - 08009792345
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012




Acabei de assinar um importante apelo. Grupos de pessoas com interesses sujos estão tentando fazer a Ficha Limpa ser rejeitada pelo STF utilizando fracas alegações. Vamos impulsionar nossa mensagem e convencer o STF a nos proteger dos criminosos no poder. Ajude a salvar a Ficha Limpa.
 

sábado, 11 de fevereiro de 2012


Basta  digitar o nome do remédio desejado no site abaixo, e você terá  também os  genéricos e os similares de todas as marcas, com os respectivos  preços em todo o Território  Nacional..  
Como   tudo que é bom não é divulgado, 
peço-lhes que divulguem aos seus parentes e  conhecidos.
Façam bom   uso!!!
 
http://www.consultaremedios.com.br

 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Roberto Freire



O nome de Roberto Freire é sinônimo de ética e seriedade na vida pública. Um traço forte desse que um dos mais respeitados políticos do país é manter coerência como cidadão e como parlamentar. Presidente nacional do Partido Popular Socialista (PPS), é uma das lideranças que tem conduzido o debate suprapartidário sobre os rumos da esquerda democrática e um novo projeto socioeconômico e político para o Brasil. Conhecedor profundo dos problemas nacionais e observador crítico e atualizado dos fatos mundiais contemporâneos, é reconhecido por toda a mídia como um político sério e competente. Escolhido pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) como um dos 100 “cabeças” do Congresso Nacional por 14 anos.
Em sua atuação política, nunca negociou ou transigiu na defesa dos interesses da sociedade. Jamais se permitiu agir fora dos limites da lei ou contra sua consciência com o patrimônio e os bens públicos.Sobre ele não pesa uma só denúncia a respeito de sua atuação pública – e este é o seu maior patrimônio após 32 anos ininterruptos na política (um mandato como senador, cinco como deputado federal e um como estadual).
A bolinha que valeu 1 banco
Foto: Divulgação


(Artigo de Roberto Freire no jornal Brasil Econômico)

A descoberta de uma bilionária fraude contábil levou o grupo Silvio Santos a fazer um aporte de R$ 2,5 bilhões no Banco PanAmericano, que tem como sócia minoritária a Caixa Econômica Federal.
O dinheiro que propiciou a cobertura do rombo foi obtido por meio de um empréstimo ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), criado em 1995 com objetivo de proteger os depósitos dos clientes do sistema financeiro no país.
Hoje se sabe que esse rombo é resultado de ativos e créditos fictícios registrados por diretores do PanAmericano visando inflar os resultados e, suspeita-se, melhorar os bônus dos executivos.
O que não se sabia é o que levou o governo federal a entrar nessa história, por meio da Caixa Econômica Federal, que pouco antes de se constatar um rombo bilionário, pagou mais de R$ 500 milhões por uma parte do PanAmericano de um banco podre.
Mas, recentemente, como em um romance policial de péssima categoria, raios de luz começam a iluminar a trama. Uma doação de R$ 500 mil do Banco PanAmericano para Lula em 2006 foi descoberta por acaso e vem a público cinco anos depois.
O repasse foi mantido em sigilo por todo este tempo porque o banco usou empresas de seus dirigentes para disfarçar a origem das contribuições.
Segundo um relatório feito por auditores que examinaram os livros do banco no início deste ano, sete empresas foram usadas para repassar recursos da administradora de cartões de crédito do PanAmericano para o PT.
A operação só foi descoberta agora em março, depois que o banco BTG Pactual assumiu o controle do PanAmericano e seus auditores começaram a analisar o que os antigos proprietários tinham feito na instituição. Como é seu dever, a PF abriu inquérito para investigar suspeitas de ocorrência de crimes eleitorais.
Coincidências à parte, o fato é que durante a campanha de 2010, enquanto fazia uma passeata na Zona Oeste do Rio de Janeiro, há menos de uma semana para o fim da campanha, José Serra foi intimidado por um grupo de militantes do PT que lhe encurralou e lhe jogou objetos, um deles acertou a cabeça do candidato.
Tal incidente ganhou uma versão estapafúrdia na rede de televisão de Silvio Santos, o SBT, que dedicou horas de seu noticiário para tentar minimizar o fato e desmoralizar o candidato, que, na época, concorria com a presidente Dilma, afilhada política de Lula.
A versão apresentada pelos jornais do SBT visava mostrar que Serra não havia sido atingido por objeto capaz de causar qualquer dano e sim por uma bolinha de papel.
O que não se sabia, à época, era a estreita ligação entre o governo do PT e o SBT e que a versão da bolinha de papel guardava uma concordância profunda e silenciosa entre a empresa de comunicação e o governo do PT na busca de ridicularizar e denegrir a imagem de seus opositores.
Passadas as eleições, podemos melhor aquilatar o custo para a sociedade brasileira daquela famosa bolinha de papel, e quanto foi lucrativo para os diretores do PanAmericano ajudar Lula seu partido.
Mesmo com pontos obscuros, ainda sobre o manto negro dos negócios escusos, mais uma vez o nome e a impávida figura do ex-presidente Lula aparece em um negócio malexplicado, cheio de reentrâncias, voltas e labirintos, típico da forma petista de governar.
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Roberto Freire é presidente do PPS