TELEFONES ÚTEIS

Banco Central - 08009792345
Ouvidoria da Caixa Econômica Federal - 08007257474
SAC - C.E.F. - 08007260101

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012


PPS: 20 anos. Há 20 anos atrás era fundado o PPS, sucessor do PCB


No X Congresso do Partido Comunista Brasileiro (PCB), realizado na capital paulista, no antigo Teatro Záccaro, entre os dias 24, 25 e 26 de janeiro de 1992, os delegados de todo Brasil, por ampla maioria, resolveram dissolver o PCB e entregar à sociedade brasileira um novo instrumento partidário. Houve um grande debate sobre qual o nome que substituiria o PCB. No final ocorreu uma disputa entre dois nomes: Partido Democrático de Esquerda (PDE) e Partido Popular Socialista (PPS). Na votação saiu vitorioso o nome PPS.
Olhe, abaixo, o manifesto de fundação do Partido.
Manifesto do PPS*
" Aos seres humanos que, por nascimento ou opção, habitam terras brasileiras, o PPS dedica seus 70 anos de lutas, e todas as lutas futuras "
Há uma crise, no mundo e no Brasil, e todos podemos senti-la. Uma crise que solapa a esperança, que chega ao fundo dos corações, gerando frustrações, descrença e cinismo. Frente aos desafios destes novos tempos, seu compromisso de luta por uma sociedade mais justa e mais humana, o X Congresso do PCB oferece à sociedade brasileira um novo instrumento de luta, o Partido Popular Socialista - PPS.
Um Partido que, desde sua formação, é plural, aberto à participação de todos os que acreditam que é possível, a todos os seres humanos, viverem iguais e livres. Um Partido que, num mundo de mudanças, assume o compromisso central com a vida, entendendo-a como indissociável da natureza e da cultura. Um Partido, que quer contribuir para a construção de uma nova ética, em que o ser humano, sem nenhuma discriminação, seja protagonista e beneficiário das transformações sociais.
Um Partido novo, democrático, socialista, que se inspire na herança humanista, libertária e solidária dos movimentos sociais e das lutas dos trabalhadores em nosso país e em todo o mundo, prolongando hoje a luta que travamos desde 1922. Um Partido que não use o povo, mas seja um instrumento para que cada cidadão seja sujeito de sua própria história. Um Partido socialista, humanista e libertário, que tenha como prática a radicalidade democrática, que permita a cada ser humano exercer sua plena cidadania, na área em que reside e no planeta em que habita.
Um Partido que tem como metodologia de ação política, a não violência ativa, e que repudia toda e qualquer forma de violência (econômica, racial, religiosa, física, psicológica etc). Um Partido que faz da eliminação da miséria a questão primeira de sua política. Porque enquanto houver um ser humano sem comida, sem moradia, sem educação ou sem as mínimas condições de acesso à saúde, nossa luta tem e terá razão de continuar.
Um Partido que defende que a propriedade dos meios de produção e de comunicação deve ser social, com propostas autogestivas, cogestivas e cooperativistas, contrapondo-se aos modelos neoliberais.Um Partido que se empenhará para que o desenvolvimento científico e tecnológico seja considerado prioridade nacional, pois como não haverá progresso social sem o amplo desenvolvimento científico e tecnológico.
Um Partido que tem como objetivo a reforma democrática do Estado para que ele não tutele, mas que seja controlado pelos cidadãos e pela sociedade.
Um Partido que luta por um programa radical de desenvolvimento que tenha o ser humano como sujeito e que seja capaz de eliminar a injusta distribuição de renda, acabando com a brutal concentração hoje existente. A consolidação da democracia política e a retomada do desenvolvimento, pondo fim à recessão e ao desemprego, são claras prioridades para a construção da cidadania.
Um Partido que lutará pela implantação do parlamentarismo, pelas reformas estruturais de que o país necessita e pela preservação dos direitos consagrados constitucionalmente. Um Partido que se dispõe a repensar tudo, 'mas que não abre, de forma alguma, seu compromisso de luta por uma sociedade mais justa e mais humana.
Um Partido que é e será um espaço aberto à participação de todos os que têm aspiração de construir essa sociedade. Um Partido que assume sem medo compromissos com o presente e o futuro, recusando a infalibilidade e o dogma, mas tendo em conta a experiência do passado.
Um Partido que não tem fórmulas prontas e acabadas, e que se propõe a discutir e formular um Projeto para a Nação Brasileira, com a colaboração de todas as forças do campo democrático. Esse é o desafio lançado a todos os militantes deste novo Partido e o convite a todos os que queiram nele se integrar.
* Manifesto de fundação do PPS. São Paulo/SP, 26 de janeiro de 1992.


sábado, 24 de dezembro de 2011

Querido (a) amigo (a),

REDIMENCIONADA.jpg
Gostaria de te dar um abraço bem apertado e desejar um Feliz Natal. Espero que neste dia você esteja com seus familiares, e que saia tudo como planejou,  mas espero principalmente que tenha o personagem
principal desta linda noite.
Este é o dia mais bonito do ano, independente de sermos pobres ou ricos, ganharmos presentes ou não, termos uma ceia maravilhosa ou uma ceia simples,estarmos com saúde ou doentes, porque celebramos o dia que o salvador nos tirou das trevas e nos deu a luz.O Natal deve nos trazer  esperança,  se estamos passando
por dificuldade e também é tempo de agradecer pelas realizações  e graças alcançadas.

De: José Luiz Nogueira e Família
25 / 12 / 2011

domingo, 11 de dezembro de 2011

Em documento, PPS vai defender candidatura própria em 2014



O PPS vai aprovar neste fim de semana uma resolução que prevê a candidatura própria à Presidência da República em 2014. O partido, no entanto, ainda não tem um nome indicado para concorrer ao cargo.

Desde 2002, o PPS não tem candidato presidencial, quando o ex-deputado Ciro Gomes ficou em quarto lugar na disputa, com 12% dos votos válidos.

A resolução será aprovada no congresso nacional do partido, que começou na noite desta sexta em um hotel de luxo em São Paulo. Com ela, o PPS reforça a ideia de que não deve ser fundir com o PSDB.

Apesar disso, a abertura do congresso foi marcada pela presença de líderes tucanos como o como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ex-governador José Serra e o senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), além do prefeito da cidade, Gilberto Kassab (PSD).

Em um discurso de cinco minutos, Alckmin fez elogios ao PPS, além de críticas pontuais ao governo federal.

"Estávamos virando o ano com crescimento zero, menos que a Europa", disse o governador.

Segundo o tucano, "o Brasil não está vocacionado para um partido único. É necessária uma oposição".

Serra também aproveitou o evento para fazer críticas ao PT e ao governo.

"O PT se transformou em uma espécie de partido bolchevique sem utopia", disse o ex-governador.

Para ele, o governo Dilma Rousseff ainda não começou. "Esse governo é recordista mundial: seis ministros afastados por corrupção."

Para 2012, o PPS diz ter pré-candidatos a prefeitos em 20 capitais, entre eles a ex-vereadora Soninha Francine, em São Paulo, e o deputado Stepan Nercessian, no Rio de Janeiro.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Pensamento da filósofa russo-americana Ayn Rand (fugitiva da Revolução Russa, chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão consternadora e constrangedora sobre a organização social de uma nação:





"Quando você perceber que para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada".

sábado, 3 de dezembro de 2011

A bolinha que valeu 1 banco :: Roberto Freire

A descoberta de uma bilionária fraude contábil levou o grupo Silvio Santos a fazer um aporte de R$ 2,5 bilhões no Banco Pan-Americano, que tem como sócia minoritária a Caixa Econômica Federal.

O dinheiro que propiciou a cobertura do rombo foi obtido por meio de um empréstimo ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), criado em 1995 com objetivo de proteger os depósitos dos clientes do sistema financeiro no país.

Hoje se sabe que esse rombo é resultado de ativos e créditos fictícios registrados por diretores do Pan-Americano visando inflar os resultados e, suspeita-se, melhorar os bônus dos executivos.

O que não se sabia é o que levou o governo federal a entrar nessa história, por meio da Caixa Econômica Federal, que pouco antes de se constatar um rombo bilionário, pagou mais de R$ 500 milhões por uma parte do Pan-Americano de um banco podre. Mas, recentemente, como em um romance policial de péssima categoria, raios de luz começam a iluminar a trama. Uma doação de R$ 500 mil do Banco Pan-Americano para Lula em 2006 foi descoberta por acaso e vem a público cinco anos depois. O repasse foi mantido em sigilo por todo este tempo porque o banco usou empresas de seus dirigentes para disfarçar a origem das contribuições.

Segundo um relatório feito por auditores que examinaram os livros do banco no início deste ano, sete empresas foram usadas para repassar recursos da administradora de cartões de crédito do Pan-Americano para o PT. A operação só foi descoberta agora em março, depois que o banco BTG Pactual assumiu o controle do Pan-Americano e seus auditores começaram a analisar o que os antigos proprietários tinham feito na instituição.

Como é seu dever, a PF abriu inquérito para investigar suspeitas de ocorrência de crimes eleitorais.

Coincidências à parte, o fato é que durante a campanha de 2010, enquanto fazia uma passeata na Zona Oeste do Rio de Janeiro, há menos de uma semana para o fim da campanha, José Serra foi intimidado por um grupo de militantes do PT que lhe encurralou e lhe jogou objetos, um deles acertou a cabeça do candidato.

Tal incidente ganhou uma versão estapafúrdia na rede de televisão de Silvio Santos, o SBT, que dedicou horas de seu noticiário para tentar minimizar o fato e desmoralizar o candidato, que, na época, concorria com a presidente Dilma, afilhada política de Lula. A versão apresentada pelos jornais do SBT visava mostrar que Serra não havia sido atingido por objeto capaz de causar qualquer dano e sim por uma bolinha de papel.

O que não se sabia, à época, era a estreita ligação entre o governo do PT e o SBT e que a versão da bolinha de papel guardava uma concordância profunda e silenciosa entre a empresa de comunicação e o governo do PT na busca de ridicularizar e denegrir a imagem de seus opositores.

Passadas as eleições, podemos melhor aquilatar o custo para a sociedade brasileira daquela famosa bolinha de papel, e quanto foi lucrativo para os diretores do Pan-Americano ajudar Lula seu partido. Mesmo com pontos obscuros, ainda sobre o manto negro dos negócios escusos, mais uma vez o nome e a impávida figura do ex-presidente Lula aparece em um negócio mal-explicado, cheio de reentrâncias, voltas e labirintos, típico da forma petista de governar.

Roberto Freire, deputado federal (SP) e presidente do PPS