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- ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE LEI N.8.069 DE 13 DE JULHO DE 1990.
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- CONSTITUIÇÃO DO BRASIL 1988
- ESTATUTO DO IDOSO
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quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Bom dia, queridos irmãos!
O Senhor hoje nos convida a refletir sobre a passagem do evangelho de São Lucas, capítulo 6, versículos 20-26. Vamos ler?
Nesta passagem bíblica, Jesus nos diz que bem-aventurados são aqueles que agora sofrem, que agora padecem na fome e na pobreza, que são insultados e perseguidos por causa do nome de Cristo, porque a recompensa destes está no Reino dos Céus. Por outro lado, "ai" daqueles que são ricos e cheios de farturas, orgulhosos e individualistas, que só gostam de ser elogiados e bajulados, porque a consolação deles já ocorre na vida terrena e não herdarão o Reino dos Céus.
Queridos irmãos, o Senhor não quer dizer nesta passagem que somente os pobres vão para o céu ou todos os ricos vão para o inferno. O Senhor quer nos dizer hoje que não devemos nos apegar às riquezas terrenas, às bajulações humanas, não devemos ser individualistas e querer tudo para si mesmo.
Não é o fato de ser rico ou ser pobre que determina se a pessoa será salva ou não. O que nos faz ganhar a salvação de Deus é fazer a Sua vontade, é cumprir os Seus mandamentos. E qual é o primeiro mandamento? Amar a Deus sobre todas as coisas! Então, o que Jesus vem nos falar hoje é que não podemos fazer do dinheiro o nosso deus, ou seja, viver a vida inteira em busca de acumular riquezas cada dia mais. Devemos amar a Deus sobre todas as coisas, principalmente, acima do dinheiro, o que significa dividir o que se tem, partilhar aquilo que lhe foi dado, cumprir o mandamento do amor, da caridade. E aqui entramos no segundo mandamento, que junto com o primeiro resumem todos os dez: amar ao próximo como a si mesmo, que significa sair do individualismo, olhar para quem está do lado, para os mais necessitados.
Portanto, é melhor sofrer agora com o pouco que se tem, confiando em Deus e na Sua misericórdia, do que viver iludido na sua riqueza e se esquecer de Deus. Porque a vida eterna será daqueles que partilharam, que sofreram pelo Nome de Jesus, que fizeram a vontade de Deus, que tiveram o seu coração voltado para o Senhor e para o próximo.
Nós não fomos criados para este mundo, não pertencemos a este mundo. Somos cidadãos do céu e devemos fazer por merecer este céu. A vontade de Deus é que todos os seus filhos, sem exceção, se voltem para Ele, porém, Ele nos dá liberdade de escolher entre fazer a Sua vontade e simplesmente ignorá-la.
Hoje comemoramos o Dia da Independência do Brasil. Que bom seria se pudéssemos comemorar não só essa independência política, mas também a independência do povo brasileiro das drogas, do álcool, do apego ao dinheiro, da sensualidade excerbada, da pornografia, da inferiorização da mulher (principalmente nas letras das músicas), da corrupção, do consumismo, de tudo que causa a morte física e também a morte espiritual do nosso povo... com certeza seríamos um povo muito mais feliz, mais voltado para a vida plena que está em Deus.
Que o Senhor nosso Deus abençoe esta nação! E que cada um de nós, cristãos, possamos fazer a nossa parte, para mostrar àqueles que ainda não conhecem o amor de Deus, o quanto é bom viver como filhos autênticos do Pai Eterno.
Anaíle Flores de Paula Pacheco
Membro do Grupo de Oração Semeador
Inhumas/GO/Brasil
sábado, 30 de julho de 2011
Quem acredita que é possível guiar um povo na base do vira-casaca?
Em Guarabira mesmo que você não goste ou não entenda um pouquinho de política e dos políticos ou pseudo-políticos, deve estar observando e se perguntando sobre o efeito vira-casaca que ataca certa figura que deseja se inserir na política, mas que muda constantemente de opinião e idéias, sempre de acordo com sua própria conveniência.
Aí, fica difícil guiar projetos e interesses da população mais carente.
Todos sabem que o vira-casaca é um traidor em potencial.
Aqui em Guarabira encontramos nos mais diversos setores da sociedade: da política à religião, do empresariado à cultura, educação, esporte, etc.
O vira-casaca escolhe o inimigo a pedido do seu novo senhor e, ainda, ganha por isso espaços generosos para expressar suas “opiniões” teleguiadas.
Esse tipo de vira-casa sente prazer em dificultar acesso de pessoas competentes ao seu redor, pois só ele sabe, só ele pode, só ele decide e pronto. Falta personalidade.
Na Idade Média, época assustadora, os senhores feudais eram identificados nas cores das roupas que usavam. Os vira-casacas de plantão, no afã de agradar, estavam sempre com as duas cores em seus casacos. A cor do “novo senhor” deixada à mostra por fora e a outra cor do “inimigo” por dentro. Com essa idéia “espetacular”, os vira-casacas trocavam de senhores e podiam entrar nos gabinetes e participar das festas, inaugurações, banquetes e reuniões, virando apenas o avesso do casaco.
Aqui em Guarabira não é preciso nem ir para casa trocar a camisa. Basta colocá-la pelo avesso e pronto.
Guiar não é preciso, pelo menos desse jeito não!
Cid Cordeiro
"Esselentíssimo Juiz"
Ao transitar pelos corredores do fórum, o advogado (e professor) foi chamado por um dos juízes: - Olha só que erro ortográfico grosseiro temos nesta petição.
Estampado logo na primeira linha do petitório lia-se: “Esselentíssimo Juiz”.
Gargalhando, o magistrado lhe perguntou :
- Por acaso esse advogado foi seu aluno na Faculdade?
- Foi sim – reconheceu o mestre. Mas onde está o erro ortográfico a que o senhor se refere?
O juiz pareceu surpreso:
- Ora, meu caro, acaso você não sabe como se escreve a palavra Excelentíssimo?
Então explicou o catedrático:
- Acredito que a expressão pode significar duas coisas diferentes: Se o colega desejava se referir a excelência dos seus serviços, o erro ortográfico efetivamente é grosseiro. Entretanto, se fazia alusão à morosidade da prestação jurisdicional, o equívoco reside apenas na junção inapropriada de duas palavras.
O certo então seria dizer: “Esse lentíssimo juiz”.
Depois disso, aquele magistrado nunca mais aceitou o tratamento de “Excelentíssimo Juiz”, sem antes perguntar:
- Devo receber a expressão como extremo de excelência ou como superlativo de lento?
O JUIZ ODILON OLIVEIRA ESTÁ PRESO POR HAVER FEITO JUSTIÇA!
Esse cidadão merece nossos aplausos.
Odilon de Oliveira, de 56 anos, estende o colchonete no piso frio da sala, puxa o edredom e prepara-se para dormir ali mesmo, no chão, sob a vigilância de sete agentes federais fortement armados.
Oliveira é juiz federal em Ponta Porã, cidade de Mato Grosso do Sul na fronteira com o Paraguai e, jurado de morte pelo crime organizado, está morando no fórum da cidade. Só sai quando extremamente necessário, sob forte escolta.
Em um ano, o juiz condenou 114 traficantes a penas, somadas, de 919 anos e 6 meses de cadeia, e ainda confiscou seus bens. Como os que pôs atrás das grades, ele perdeu a liberdade. 'A única diferença é que tenho a chave da minha prisão.'
Traficantes brasileiros que agem no Paraguai se dispõem a pagar US$ 300 mil para vê-lo morto. Desde junho do ano passado, quando o juiz assumiu a vara de Ponta Porã, porta de entrada da cocaína e da maconha distribuídas em grande parte do País, as organizações criminosas tiveram muitas baixas.
Nos últimos 12 meses, sua vara foi a que mais condenou traficantes no País.
Oliveira confiscou ainda 12 fazendas, num total de 12..832 hectares, 3 mansões - uma, em Ponta Porã, avaliada em R$ 5,8 milhões - 3 apartamentos, 3 casas, dezenas de veículos e 3 aviões, tudo comprado com dinheiro das drogas. Por meio de telefonemas, cartas anônimas e avisos mandados por presos, Oliveira soube que estavam dispostos a comprar sua morte.
'Os agentes descobriram planos para me matar, inicialmente com oferta de US$100 mil.' No dia 26 de junho, o jornal paraguaio Lá Nación informou que a cotação do juiz no mercado do crime encomendado havia subido para US$ 300 mil. 'Estou valorizado', brincou. Ele recebeu um carro com blindagem para tiros de fuzil AR-15 e passou a andar escoltado.
Para preservar a família, mudou-se para o quartel do Exército e em seguida para um hotel. Há duas semanas, decidiu transformar o prédio do Fórum Federal em casa. 'No hotel, a escolta chamava muito a atenção e dava despesa para a PF.' É o único caso de juiz que vive confinado no Brasil. A sala de despachos de Oliveira virou quarto de dormir. No armário de madeira, antes abarrotado de processos, estão colchonete, roupas de cama e objetos de uso pessoal. O banheiro privativo ganhou chuveiro. A família - mulher, filho e duas filhas, que ia mudar para Ponta Porã, teve de continuar em Campo Grande. O juiz só vai para casa a cada 15 dias, com seguranças. Oliveira teve de abrir mão dos restaurantes e almoça um marmitex, comprado em locais estratégicos, porque o juiz já foi ameaçado de envenenamento. O jantar é feito ali mesmo. Entre um processo e outro, toma um suco ou come uma fruta. 'Sozinho, não me arrisco a sair nem na calçada.'
Uma sala de audiências virou dormitório, com três beliches e televisão. Quando o juiz precisa cortar o cabelo, veste colete à prova de bala e sai a escolta. 'Estou aqui há um ano e nem conheço a cidade.' Na última ida a um shopping, foi abordado por um traficante. Os agentes tiveram de intervir. Hora extra. Azar do tráfico que o juiz tenha de ficar recluso. Acostumado a deitar cedo e levantar de madrugada, ele preenche o tempo com trabalho. De seu 'bunker', auxiliado por funcionários que trabalham até alta noite, vai disparando sentenças. Como a que condenou o mega traficante Erineu Domingos Soligo, o Pingo, a 26 anos e 4 meses de reclusão, mais multa de R$ 285 mil e o confisco de R$ 2,4 milhões resultantes de lavagem de dinheiro, além da perda de duas fazendas, dois terrenos e todo o gado. Carlos Pavão Espíndola foi condenado a 10 anos de prisão e multa de R$ 28,6 mil. Os irmãos , condenados respectivamente a 21 anos de reclusão e multa de R$78,5 mil e 16 anos de reclusão, mais multa de R$56 mil, perderam três fazendas. O mega traficante Carlos Alberto da Silva Duro pegou 11 anos, multa de R$82,3 mil e perdeu R$ 733 mil, três terrenos e uma caminhonete. Aldo José Marques Brandão pegou 27 anos, mais multa de R$ 272 mil, e teve confiscados R$ 875 mil e uma fazenda.
Doze réus foram extraditados do Paraguai a pedido do juiz, inclusive o 'rei da soja' no país vizinho, Odacir Antonio Dametto, e Sandro Mendonça do Nascimento, braço direito do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. 'As autoridades paraguaias passaram a colaborar porque estão vendo os criminosos serem condenados.' O juiz não se intimida com as ameaças e não se rende a apelos da família, que quer vê-lo longe desse barril de pólvora. Ele é titular de uma vara em Campo Grande e poderia ser transferido, mas acha 'dever de ofício' enfrentar o narcotráfico. 'Quem traz mais danos à sociedade é mega traficante. Não posso ignorar isso e prender só mulas (pequenos traficantes) em troca de dormir tranqüilo e andar sem segurança..'
ESTE MERECE NOSSOS APLAUSOS!
POR ACASO A MÍDIA NOTICIOU ESSA BRAVURA QUE O BRASIL PRECISA SABER?POR FAVOR, FAÇA A SUA PARTE! CLICA EM ENCAMINHAR !!
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